domingo, 20 de janeiro de 2013

A Campanha da Fraternidade e a realidade juvenil

“Conhecer os jovens é condição prévia para evangelizá-los. Não se pode amar nem evangelizar a quem não se conhece”. (CNBB, Doc 85, 10). É com essa reflexão que iniciamos a leitura da primeira parte do documento 85 da CNBB – Evangelização da Juventude: desafios e perspectivas pastorais.
Após vinte anos, a Campanha da Fraternidade retoma o tema da juventude, em um contexto novo e complexo, que alguns autores dizem estar para além de uma simples época de mudanças, tratando-se, na verdade, de uma “mudança de época”. Isso porque as novidades são inúmeras e aparecem o tempo todo. Os avanços na comunicação são também um desafio, haja vista seus benefícios e fragilidades. Sem contar que estamos na sociedade da informação e, com acesso facilitado a elas, “os jovens, às vezes, têm dificuldade de interpretá-las, de aprofundá-las e de aplicá-las à vida” (CF, 47).
É nesse sentido que, para se aproximar “afetiva e efetivamente” do jovem na atual realidade, o Secretário Geral da CNBB, D. Leonardo Ulrich Steiner, ressaltando o referido trecho do Documento 85, diz: “desejamos compreender a realidade em que vivem nossos jovens: os conflitos, as alegrias, as esperanças, a violência que sofrem, a participação na vida e serviço dentro da Igreja e a cultura midiática em que estão inseridos” (CF 2013, DVD).
Tais questões devem ser levantadas em cada comunidade, por todas as pastorais e movimentos que compõe o Corpo de Cristo. Temos novamente o privilégio de receber da Igreja as orientações necessárias para passarmos de “uma pastoral de mera conservação para uma pastoral decididamente missionária” (CELAM, Documento de Aparecida, n. 370,apud CF, 247), desta vez, em relação às ações realizadas/dedicadas para (e com) a (s) juventude (s), dando-lhe o espaço/apoio necessário para o desenvolvimento de atitudes protagonistas, com o devido acompanhamento, já que
[...] a Igreja acredita há décadas no valor da assessoria adulta. A dinamicidade juvenil e as inúmeras provocações e oportunidades que o mundo lança aos jovens conclamam, mais do que nunca, a presença educativa daqueles que, à semelhança do Bom Pastor e sob a inspiração do episódio dos Discípulos de Emaús, são enviados a eles. Em sintonia com os outros responsáveis pastorais, aqueles acompanhantes de jovens exercem uma missão irrenunciável de acolhida, valorização e orientação. Longe de ter uma postura impositiva, o assessor vive a sua missionariedade de maneira respeitosa da realidade e da cultura juvenis (CF, 202).
Para tanto, torna-se imprescindível observar: Como vive a juventude brasileira (e a da nossa cidade, do nosso bairro, da nossa comunidade)? Quais são suas características culturais, anseios, expectativas e temores? O que está transformando a mentalidade dos jovens? Como a exclusão social atinge a nossa juventude? Como tem sido a vida familiar e o convívio dentro de casa? E o perigo das drogas? Qual a influência das novas tecnologias da informação na vida dos jovens? Como a Igreja e, particularmente, a Pastoral Juvenil, vai enfrentar esses desafios? – Estar disposto a refletir sobre essas questões é comprometer-se com a evangelização desta grande parcela do povo de Deus que é o presente da Igreja, como bem disse o Papa Bento XVI:
Vós, jovens, não sois apenas o futuro da Igreja e da humanidade, como uma espécie de fuga do presente. Pelo contrário: vós sois o presente jovem da Igreja e da humanidade. Sois seu rosto jovem. A Igreja precisa de vós, como jovens para manifestar ao mundo o rosto de Jesus Cristo, que se desenha na comunidade cristã. Sem o rosto jovem, a Igreja se apresentaria desfigurada. Grifo nosso (Discurso do Papa Bento XVI aos jovens – 10 de maio de 2007 – Estádio do Pacaembu, São Paulo/SP).
           A Campanha da Fraternidade apresenta todos os anos uma realidade para ser refletida, rezada, transformada. Como foi possível constatar, neste ano ela
convoca todas as forças vivas da Igreja para um diálogo aberto com o jovem para que haja uma compreensão da cultura dos mesmos e suas linguagens, favorecendo assim, uma aproximação mais afetiva e efetiva com eles, num renovado processo de uma grande Evangelização (CF 2013, DVD).
Para essa complexa – mas necessária – compreensão da realidade juvenil à luz da Palavra de Deus, podemos começar pela leitura do Texto Base da CF 2013, que certamente, pela ação do Espírito Santo e intercessão da Virgem Maria, nos fará dizer: Senhor, para a Evangelização dos jovens, “Eis-me aqui, envia-me” (Is 6,8).

quinta-feira, 22 de março de 2012

A CAMPANHA DA FRATERNIDADE E O COMPROMISSO CRISTÃO E SOCIAL


Alex Lima

A “Campanha da Fraternidade” não é algo novo para a Igreja Católica muito menos para a sociedade brasileira. A CF, como é conhecida, foi realizada pela primeira vez no dia 8 de abril de 1962 a nível regional em Natal – RN. No ano seguinte, dezenove dioceses adotaram a campanha e, já em 1964, foi realizada pela primeira vez em âmbito nacional.

Está na sua 49ª edição, e seu objetivo é sempre despertar a solidariedade das pessoas em relação a um problema concreto que envolve a sociedade brasileira e vai além: procura buscar caminhos e apontar soluções para tal realidade. Por isso mesmo, é realizada sempre na Quaresma, momento propício para os cristãos refletirem, entre tantas coisas, sobre suas ações – ou não – além dos muros da Igreja. Em resumo podemos dizer que ao longo da história, as campanhas abordaram questões do compromisso cristão na sociedade.

Neste ano de 2012 a Campanha da Fraternidade destaca a saúde pública e suas variantes. Com o tema “Fraternidade e Saúde Pública”, e o lema “Que a saúde se difunda sobre a terra” (cf. Eclo 38,8); a CF está refletindo o cenário da saúde no Brasil, conscientizando o Governo da precarização de condições dos hospitais e mobilizando a sociedade civil para reivindicar melhorias.

Os textos da campanha apontam inclusive os avanços da saúde, especialmente através da contribuição do Sistema Único de Saúde – SUS, porém, apresenta o longo caminho a percorrer, os descasos em muitos momentos e lugares e o papel que cada um de nós temos em relação a essa caótica situação.

Como podemos perceber, não se trata de um movimento exclusivamente católico, pelo contrário: refere-se a um chamado para todas as pessoas exercitarem verdadeiramente a cidadania cumprindo seus deveres, sim, mas lutando pelo direito que é de todos e garantido por lei. É uma proposta de mudança de atitude, já que muitas vezes as reivindicações não passam de murmurações com algumas pessoas, ou seja, “fofoca” e, quando muito, agressões absurdas. Nem uma coisa, nem outra. O amor e a justiça devem caminhar juntos, como duas faces da mesma moeda.

Além disso, destacamos outro ponto fundamental apresentado pela CF 2012: a própria definição de saúde, muitas vezes entendida apenas como a ausência de doença. Na verdade, o significado desse termo é amplo: o ser humano deve ser considerado sempre em sua totalidade, portanto, a saúde está ligada ao acesso a alimentação adequada, assim como a habitação, a educação, ao lazer, ao meio-ambiente saudável, além de outros fatores que juntos levam o indivíduo a ter uma verdadeira qualidade de vida.

Nesse sentido, conscientemente, lutemos para que, de fato, a saúde se difunda sobre a terra. 

sexta-feira, 6 de janeiro de 2012

FALANDO DA IGREJA: REALIDADE, REPOSICIONAMENTO E ESPIRITUALIDADE




As vezes penso que algumas pastorais e movimentos (ou todas elas, dependendo da realidade) são mais dos indivíduos do que da própria comunidade onde estão inseridos. Talvez seja cultural, em um dos sentidos dessa palavra: tanto o individualismo como o comodismo estão aparentemente enraizados em nossa sociedade. O que ocorre na Igreja é reflexo disso.
Nesse sentido, é necessário - citando a chamada "Alegoria da Caverna" de Platão - sair dessa realidade e observar (além do "aparente"; além das "sombras") o quanto isso é prejudicial tanto para a convivência como para as ações que poderiam ser mais amplas do que quando são realidades isoladamente - seja por um determinado indivíduo, seja por uma determinada pastoral, movimento ou grupo específico - respeitando as devidas proporções (como os chamados carismas, ou aptidões de cada um, claro).
Em uma modesta opinião, o maior, ou um dos maiores, desafios do projeto SIM - Ser Igreja em Missão - da Arquidiocese de Ribeirão Preto, em uma de suas partes, está na Renovação das Estruturas - mas as "internas", não físicas, caso contrário o olhar para si e seu grupo (apenas) continuará e o dar espaço e trabalhar em conjunto para um BEM MAIOR, dificilmente ocorrerá - ou ocorrerá sem muitos resultados, pela falta de continuidade, por exemplo.
Quando escrevo, também "olho no espelho". "Saber" da realidade é uma coisa. Querer mudar é outra. Quando digo isso, significa que estou disposto, não que foi ou é fácil para mim. Trata-se de um partilha, porque vale a pena. Quando olho para determinada situação, não posso ficar indiferente. Não penso em mudar o mundo ou o sentimento de pertença das comunidades, mas fico triste em ver como muitas pessoas perderam a coragem de se indignar e observam caladas mesmo quando podem fazer alguma coisa.
É preciso ser mais da comunidade (em uma visão social, além dos muros da Igreja), do que das salas que nos reunimos ou dos encontros que participamos. E, mesmo quando lá estivermos, é preciso considerarmos a realidade que estamos inseridos, não ficar no mundo das ideias.
Como nos sugere o título do CD de um grande Cantor Católico de Ribeirão - trata-se de "Atitudes Concretas". Tudo isso, claro, sem perder de vista a ternura e o olhar amoroso de Deus. A oração deve estar presente em todos os momentos. A presença de Jesus e a ação do Espírito Santo são a força motriz de tudo que fazemos em nossa vida. Não precisaria citar a Missa: há melhor maneira para ser Enviado por Deus, depois de um repensar nossas "atitudes missionárias", do que a Celebração Eucarística?
Tudo isso - a mudança (Renovação das Estruturas), o repensar as atitudes, as ações dentro e fora da Igreja, a convivência e as orações - pode ser resumido em uma única palavra (que alguns insistem em reduzir como sendo "apenas" um desses elementos): ESPIRITUALIDADE.
Por: Alex da Graça Lima

quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

Estudo mostra que geração digital não sabe pesquisar

Há pouco tempo, quando os alunos eram solicitados a fazer um trabalho de pesquisa, era necessário ir até uma biblioteca e realizar a busca em diversos livros didáticos e enciclopédias. Nos dias de hoje, a realidade é outra: debruçar-se sobre páginas impressas é raro quando existem milhões de links sobre o assunto desejado à disposição com apenas um clique.
Mas, o que deveria ser um avanço acabou resultando em retrocesso, segundo um estudo americano que aponta que a geração digital não sabe pesquisar. Na investigação realizada na Universidade de Charleston, nos Estados Unidos, ficou claro que os estudantes de hoje não sabem realizar uma pesquisa de forma efetiva. Conforme os resultados, o grande inimigo está na comodidade que o meio digital oferece. Ferramentas de busca como o Google tornaram os alunos menos preocupados com a credibilidade de uma fonte de informação, por exemplo.
No estudo, os pesquisadores pediram que um grupo de universitários respondesse a um questionário utilizando a internet como meio de pesquisa. Para testar os participantes, foram colocadas intencionalmente informações erradas nos primeiros resultados das buscas realizadas pelos estudantes. Como previsto, os alunos basearam-se nos primeiros links e erraram todas as questões.
O trabalho revelou uma realidade lamentável: os estudantes da era digital se contentam com informações rápidas, sem se importar com procedência e fidelidade. Para José Moran, professor aposentado de Novas Tecnologias da Universidade de São Paulo (USP) e diretor de Educação a Distância na Universidade de Anhanguera (Uniderp), o fato é consequência de uma geração que cresceu com computadores e está acostumada com informações em 140 caracteres. Contudo, Moran acredita que o fato não se restringe somente a crianças e adolescentes.
"A internet deixou as pessoas em geral mais acomodadas. Adultos também cometem erros ao realizarem pesquisas online", diz. Por isso, o professor acredita que um dos papéis da escola, atualmente, deve ser o de ensinar metodologias de pesquisa desde cedo. "Os educadores pedem tema de estudo, mas não ensinam metodologias", afirma.
Outra pesquisa americana também comprova que jovens da geração digital não se preocupam com a procedência de suas fontes de estudo. Realizada pela Universidade Northwestern (EUA), a pesquisa pedia que 102 adolescentes do Ensino Médio buscassem o significado de diversos termos na internet. Todos tiveram sucesso nas respostas, mas nenhum soube informar quais foram os sites utilizados. "Os jovens confiam demais na internet", destaca o diretor de Educação a Distância da Uniderp.
Ensino de pesquisa na internet
           Na Escola de Educação Básica Rocha Pombo, em São Joaquim (SC), o projeto "Ensinando a fazer pesquisas na internet" foi implantado nas turmas de 4º série. Elaborado pelo professor de informática Francisco Mondadori Junior, o projeto tem como objetivo trabalhar o conceito de pesquisa desde cedo, pois assim os estudantes chegam ao Ensino Médio sabendo utilizar as barras de pesquisa a seu favor.
O trabalho consiste em um questionário em que os alunos devem apontar suas áreas de interesse e pesquisar sobre esses assuntos. "Sugerimos a pesquisa na internet, no Google, digitando as palavras-chave das atividades que mais gostam. Cada aluno faz a sua pesquisa, procurando o site mais interessante", explica, dizendo que os pequenos são auxiliados por professores que também ensinam a importância de utilizar fontes de informação confiáveis.
Professor do Núcleo de Tecnologia Educacional (NTE) das escolas estaduais de São Joaquim (SC), Mondadori Junior conta que o ensino da pesquisa científica e escolar é uma das preocupações do núcleo, que procuram criar atividades lúdicas e divertidas para trabalhar o conceito em sala. "Em minha opinião deveria existir uma disciplina só para isso nas escolas", opina, dizendo que percebe, cada vez mais, a dificuldade dos alunos em realizar trabalhos de pesquisa. "Eles se contentam com os primeiros links", diz, destacando que é comum ouvir frases como "achei no Google".
Mondadori Junior defende a postura adotada por algumas escolas e educadores de não permitir o uso da internet como fonte de pesquisa. "É interessante proibir só no início, pois assim o estudante descobre que existem outras possibilidades de estudo, e não somente o meio virtual", explica. José Moran discorda: "Isso resulta em um estudante que usa livros na escola, e a internet em casa", sentencia, ressaltando que as dificuldades continuariam existindo. "Um dia esse aluno vai poder usar a internet para pesquisar, e então vai fazer de forma errada, pois não aprendeu na escola", completa.
Em mais de 20 anos de docência, Moran afirma que nunca deixou de trabalhar metodologias de pesquisa com seus alunos, seja no ensino fundamental ou no superior. "Sempre que eu passo trabalhos, especifico o tipo de pesquisa que eu quero, e ainda vejo com os estudantes algumas possibilidades mostradas pelo Google", diz, afirmando que ainda compara links e aponta informações que podem estar equivocadas. "Com isso, o jovem passa a desconfiar da internet, pois cria a consciência de que nem tudo que está no meio online é verdadeiro", conclui.
Na Escola Nossa Senhora das Graças, em São Paulo, a preocupação com o ensino de pesquisa na internet começou em 2009. Os educadores do colégio viram a necessidade de criar uma estrutura online que pudesse auxiliar os estudantes nos trabalhos escolares. Por isso, foi criado o "Caminhos de pesquisa na internet", uma ferramenta virtual que discute alguns critérios de pesquisa e avaliação das informações. Além dos professores deixarem dicas de endereços confiáveis, os alunos podem postar informações retiradas de sites para que os docentes possam avaliar sua veracidade.
Apesar de achar a solução interessante, Moran alerta que nem sempre os alunos terão uma ferramenta escolar a sua disposição. "A escola precisa ensinar os estudantes a caminharem sozinhos e terem noções críticas de fontes de pesquisa", opina.
Disponível em: <http://noticias.terra.com.br/educacao/noticias/0,,OI5525558-EI8266,00-Estudo+mostra+que+geracao+digital+nao+sabe+pesquisar.html> Acesso em: 21/12/11.

sexta-feira, 12 de agosto de 2011

SER PAI HOJE: UM PONTO DE VISTA

Durante muitos anos de minha vida procurei compreender quem era Deus. Várias ideias passaram através de minhas reflexões. Até que, por todas as experiências que, com grande oportunidade, vivi, cheguei a uma conclusão: Deus é um pai que cuida.
Sua preocupação está além de dizer sempre “sim” para o filho, para, aparentemente, suprir determinadas necessidades – ou ausências. É alguém que pode, conforme a situação, lhe dar três respostas: “Sim, está aqui o que precisa”; “Sim, mas aguarde, pois ainda não é o momento” ou “Não, isso não lhe fará bem”.
Há outra peculiaridade: para cada filho pode dar um conselho, dizendo “vá com calma” para um e “seja ousado” para outro, pois educa (conduz) cada um conforme seu SER.
Às vésperas de completar meus treze anos de idade, perdi meu pai – o senhor Antônio. Foi triste, as drogas tiraram ele do seio familiar. Sinto falta até hoje, mas não posso dizer “não tenho pai”, seria injusto. Além de lembrar com carinho dos poucos momentos que tivemos juntos, Deus esteve sempre ao meu lado, dando forças, sobretudo, à minha mãezinha que bem me conduziu – e, posso dizer, ainda conduz – no caminho da vida.
Depois Dele, vieram grandes indivíduos, alguns mais novos, outros mais velhos. Não faltaram pessoas para “puxar minha orelha”, me ajudando ser melhor em um dia do que fui no anterior. São eles meus grande amigos. 
As mudanças ocorrem cada vez mais rápidas. Vivemos muito mais uma mudança de época do que uma época de mudanças. As gerações não conseguem manter um diálogo. Os filhos não conseguem entender – ou ao menos respeitar – a posição dos pais. Aliás, alguns pais não fazem questão, até porque não aprenderam ou vivenciaram isso quando jovens.
O que vemos em nossos dias, é o individualismo e o "outro" - seja ele quem for - não significando nada. O que importa é o “eu” e "o que vivo aqui e agora”. As relações se dissolvem com uma facilidade jamais vista. Quantos pais estão ao lado de seus filhos e os preparam para o futuro, deixando de lado o imediatismo e dos desvalores? Esta é uma pergunta que me inquieta.

Seria bom - retomando o primeiro parágrafo - que para ser bom pai o homem buscasse inspiração, antes de tudo, em Deus - em suas atitudes diante de cada filho.
Por: Alex da Graça Lima